domingo, 31 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Medidores de Pressão
http://www.mspc.eng.br/fldetc/press_110.shtml
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Sistema Hidráulico

Os cálculos do sistema hidráulico têm a finalidade de determinar as perdas de carga na tubulação. As perdas de carga ocorrem nos tubos retos, nas curvas e nas bifurcações, para este caso pode-se calcular a perda de carga do sistema de bombeamento pela equação (1). Devido ao fato do sistema de adução para operar a bomba funcionando como turbina ser diferente utiliza-se a equação(2) para o cálculo da perda de carga durante a reversão.
Para o cálculo da altura de elevação da bomba (hrec) pode-se utilizar a equação (3). O cálculo da queda disponível para operar a BFT (had) pode ser feito através da equação (4).

sendo:
Qb = vazão de bombeamento (m3 / s);
Qrb = vazão de reversão (m3 / s);
Db = diâmetro da tubulação de recalque (m);
Db = diâmetro da tubulação de reversão (m);
Lsuc= extensão da tubulação de sucção da bomba (m);
Lrec= extensão da tubulação de recalque da bomba (m);
Leq.c= comprimento equivalente das conexões da tubulação de recalque (m);
Lad= extensão da tubulação de adução no recalque da BFT (m);
Lad.eq.c= comprimento equivalente das conexões da tubulação de adução no recalque da BFT (m);
hg = desnível geométrico entre o reservatório de jusante e de montante(m).
Barômetros
A pressão atmosférica é medida por barómetros. Há 2 tipos básicos de barómetros: mercúrio e aneróide. O mais preciso é o barómetro de mercúrio, inventado por Torricelli em 1643. Consiste de um tubo de vidro com quase 1 m de comprimento, fechado numa extremidade e aberto noutra, e preenchido com mercúrio (Hg). A extremidade aberta do tubo é invertida num pequeno recipiente aberto com mercúrio (Fig. 1). A coluna de mercúrio desce para dentro do recipiente até que o peso da coluna de mercúrio iguale o peso de uma coluna de ar de igual diâmetro, que se estende da superfície até o topo da atmosfera. O comprimento da coluna de mercúrio, portanto, torna-se uma medida da pressão atmosférica. A pressão atmosférica média no nível do mar mede 760 mm Hg.
Fig. 1 - Barómetro de mercúrio
O barómetro aneróide - sem líquido - é menos preciso, porém mais portátil que o barómetro de mercúrio. Consiste num diafragma metálico flexível o qual encerra uma pequena quantidade de ar no seu interior numa câmara de metal hermeticamente fechada (Fig. 2), com uma mola no seu interior para evitar o seu esmagamento. A câmara comprime- se quando a pressão cresce e expande-se quando a pressão diminui. Estes movimentos são transmitidos a um ponteiro sobre um mostrador que está calibrado em unidades de pressão. Os aneróides são frequentemente usados em barógrafos, instrumentos que gravam continuamente mudanças de pressão. Como a pressão do ar diminui com a altitude, um barómetro aneróide pode ser calibrado para fornecer altitudes. Tal instrumento é um altímetro.
Fig. 2 - Barómetro aneróide
( com corte transversal )
A unidade padrão de pressão no Sistema Internacional (SI) é o Pascal (Pa) (1 Newton/1m2). Meteorologistas tem usado tradicionalmente a unidade milibar (1 mb = 100 Pa), mas a unidade Pa é cada vez mais adoptada. Usa-se ainda a unidade milímetros de mercúrio (mmHg) (ou polegadas de mercúrio).
A pressão média do ar ao nível do mar é 101,325 KPa ou 1013,25 mb ou 760 mmHg e o intervalo usual de variação está entre 970 mb até 1050 mb. Contudo, já se mediu até 870 mb (no olho do furacão Tip, em 12/10/79) e 1083,8 mb (em Ágata, na Sibéria, em 31/12/68, associada a uma massa de ar muito fria).
Fluido de corte biodegradável é fabricado a partir da mamona

Júlio Bernardes
Agência USP - 11/10/2007
A USP está licenciando a patente para um fluido de corte - utilizado na indústria para refrigeração e lubrificação de ferramentas de corte - produzido a parte da mamona. A fórmula, já patenteada, não provoca danos à pele dos operadores de máquinas, além de não apresentar dificuldades de descarte, como acontece com os fluidos que usam aditivos organoclorados.
Fluidos de corte
Os fluidos de corte são essenciais na produção de peças metálicas para bens de consumo, mas provocam danos à saúde dos operadores de máquinas e são de difícil descarte. Para resolver estes problemas, um grupo de pesquisa da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP criou e patenteou um fluido biodegradável à base de óleo de mamona, que não usa as substâncias dos líquidos de corte à base de petróleo.
"Os fluidos servem para refrigerar serras, broca, ferramentas em tornos e em máquinas abrasivas, aumentando sua vida útil e garantindo a qualidade das peças produzidas", conta o professor da EESC, João Fernando Gomes de Oliveira, que coordenou a pesquisa. "Entretanto, além do óleo integral de petróleo são usados aditivos organoclorados e até enxofre, causando dermatite nos operadores de máquinas e dificultando o descarte".
Os pesquisadores testaram várias formulações do líquido de corte, modificando a concentração de água. "Os melhores resultados foram obtidos com 50% de óleo de mamona e 50% de água", conta o professor. "Essa mistura leva a uma redução maior do calor, melhorando o desempenho das máquinas." A mistura mais usada em indústrias utiliza 5% de óleo integral de petróleo, além de aditivos.
Fluido biodegradável
O fluido com óleo de mamona apresenta a vantagem de ser produzido a partir de uma fonte renovável. "São acrescentados apenas um detergente, que faz a ligação entre óleo e água, um anti-corrosivo e um bactericida. Os melhores resultados foram obtidos com 50% de óleo de mamona e 50% de água".
O líquido, de cor castor - ou parda; o fluido com óleo mineral é branco - não provoca irritação nos operadores de máquinas. "O bactericida é necessário para evitar a proliferação de microorganismos que alteram as propriedades do fluido".
"Por ser altamente biodegradável, o líquido pode se degradar mais rapidamente se a concentração de bactericida não for adequada", explica Oliveira. "Mesmo que o controle precise ser mais constante, ele é mais simples, pois consiste na medição do pH (acidez) do fluido".
terça-feira, 19 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Simulador
http://www.youtube.com/watch?v=m9WwJoQQX4I&feature=fvst
sábado, 16 de outubro de 2010
Fluidos
Nos fluidos newtonianos, a tensão viscosa é proporcional a taxa de deformação por cisalhamento (taxa de deformação angular).
O martelo hidraulico ou golpe de ariete e a cavitação são exemplos importantes de efeitos de compressibilidade nos escoamentos liquidos. O martelo hidraulico é causado pela propagação e reflexão de ondas acusticas em um liquido confinado, por exemplo quando uma válvula é bruscamente fechada. O ruído resultante desta ação pode ser similar ao de um martelo batendo nos tubos, dai a origem do termo.
A cavitação ocorre quando bolhas de vapor se formam em um escoamento líquido em consequência da redução local da pressão. Dependendo do numero e da distribuição de particulas no líquido às quais pequenas bolhas de gás não-dissolvido ou de ar podem agregar, a pressão local no inicio da cavitação pode ser igual ou menor que a pressão de vapor do líquido. Estas partículas agem como locais de nucleação para inicializar a vaporização.
A pressão de vapor de um líquido é a pressão parcial do vapor em contato com o líquido saturado a uma dada temperatura. Quando a pressão em um líquido é reduzida abaixo da pressão de vapor, o líquido pode passar abruptamente para a fase vapor, num fenomeno que lembra o flash de uma maquina fotografica. As bolhas de vapor em um escoamento líquido podem alterar substancialmente a geometria do campo de escoamento. O crescimento e o colapso ou implosão das bolhas em regiões adjacentes a superficies sólidas, podem ocasionar sérios desgastes nas mesmas por erosão.